O amor, centro da vocação e da vida missionária

 

Durante o encontro com os agostinianos reunidos em capítulo-geral, o Papa Leão XIV destacou que a vocação e a missão só podem nascer e permanecer vivas quando têm o amor como centro. Inspirando-se em Santo Agostinho, recordou: “Amem aquilo que serão”.

Na questão formativa, explicou que esse período não deve ser entendido como um conjunto de regras ou tarefas a cumprir, nem como um hábito pronto para vestir, mas como uma aventura espiritual de amor com Deus. É esse amor que atrai, que dá sentido ao chamado e que sustenta o caminho de quem se consagra.

A vocação cristã, sobretudo a religiosa, floresce quando o coração descobre algo maior que o simples dever: nasce do encontro com um amor que nutre e sacia, por isso, o mais importante é ajudar, especialmente os jovens, a reconhecerem a beleza desse chamado e a amarem aquilo que podem vir a ser ao abraçá-lo.

Também a missão se enraíza nesse amor. Servir, educar, anunciar, cuidar dos pobres, tudo isso só encontra sua força verdadeira quando nasce da experiência de um coração apaixonado por Deus. É esse espírito missionário, alimentado pelo amor, que não pode se apagar.

 

INTENÇÕES DO PAPA PARA O MÊS DE OUTUBRO

PELA COLABORAÇÃO ENTRE AS DISTINTAS TRADIÇÕES RELIGIOSAS

Rezemos para que os crentes das diferentes tradições religiosas trabalhem juntos para defender e promover a paz, a justiça e a fraternidade humana.

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