O Ano Santo e a Paróquia

Estamos celebrando o Jubileu da Esperança convocado pelo Papa Francisco, pois a Igreja celebra 2025 do nascimento do Nosso Senhor Jesus, é um ano santo da graça do Senhor. O Sumo Pontífice conclama os católicos para viver intensamente esse jubileu e assim assumir a missão de peregrinos da esperança, pois é urgente nas paróquias e na sociedade como um todo anunciar e testemunhar a esperança que é Jesus Cristo, nosso Salvador. 

“Peregrinos da esperança” como tema do jubileu apresenta uma proposta bastante pertinente para refletirmos sobre o nosso ser na igreja e na sociedade. É um tema que nos provoca para de fato vivermos o nosso Batismo. Ao compreendermos nosso papel na comunidade cristã, percebemos que somos discípulos e discípulas peregrinos no anuncio da Boa-Nova do Reino, sendo chamas vivas da esperança em todos os espaços em que atuamos.

Esse tempo da graça do Senhor é preciso vivê-lo com intensidade, tendo em vista que a cada 25 anos ordinariamente, ou quando julgar necessário, extraordinariamente, o Santo Padre institui um ano jubilar para toda Igreja celebrar com profunda fé e piedade. Com isso, todas as arquidioceses, dioceses, paróquias, comunidades, enfim, toda a Igreja espalhada nos quartos cantos da Terra deve aproveitar bem esse tempo para o fortalecimento da fé e do compromisso cristão.

As paróquias precisam aproveitar de forma efetiva o ano santo. É muito importante participar das grandes celebrações, em nível internacional, nacional, regional, arquidiocese e diocese, faz-se necessária a peregrinação até a porta santa, tudo isso é muito válido, no entanto, é primordial também que cada fiel busque viver o ano jubilar em sua realidade paroquial, em sua comunidade de base, no movimento ou pastoral em que participa. 

Para isso acontecer, os padres, religiosas e religiosos, junto com as lideranças das comunidades, pastorais e movimentos, devem programar momentos de espiritualidade, formações e celebrações inerentes ao jubileu para fazer com que todos os paroquianos participem e vivam o ano santo de forma concreta e com isso tornando-se, de fato, peregrinos da esperança.

Por fim, como peregrinos da Jerusalém Celeste, vivendo o nosso Batismo, busquemos na nossa realidade paroquial viver com fé, piedade e amor este ano santo convocado pelo Papa Francisco e assim transmitir por onde passarmos a esperança que nos salva, Jesus Cristo, nosso Salvador, fazendo com que outras pessoas se tornem também peregrinas da esperança.

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