O presente artigo não tem a pretensão de ser “científico” no sentido exato do termo, conforme as produções acadêmicas. É antes a expressão do próprio tema que se caracteriza pela postura do povo simples em relação ao Imaculado Coração de Maria. Pretende, sim, descrever singelamente o sentir do povo e quanto é importante a devoção cordimariana para a vida e a fé das pessoas, especialmente as sofridas.
A devoção popular ao imaculado coração de Maria tem suas raízes na Bíblia e vem de longa data na história. Nos últimos tempos, porém, tem alcançado uma abrangência e desenvolvimento extraordinários. Isso certamente tem suas motivações, o que seria tema para outro estudo.
Significado do imaculado coração de Maria
O coração de Maria é um dos símbolos mais reverenciados do catolicismo, chegando a despertar interesse até mesmo em pessoas de outros credos. Esse interesse leva, muitas vezes, a aderir à fé cristã-católica. Além de aparecer na literatura bíblia, o conceito “coração de Maria” está profundamente enraizado na cultura popular. Algumas das características do coração imaculado de Maria são: pureza na fé, amor incondicional e total entrega a Deus.
Coração, no sentido bíblico, é o órgão onde são guardadas as lembranças afetivas e de fé, capazes de integrar a pessoa. O Papa Francisco, na Carta encíclica Dilexit Nos, afirma que o coração é o órgão em que a pessoa faz a síntese vital e que a crise de aridez atual do mundo é consequência de não dar ao coração o seu verdadeiro e real valor1. O termo “imaculado”, sem mácula ou mancha, refere-se à pureza total de Maria, seja pela sua obediência e dedicação total à missão recebida, seja pela sua pureza de intenção e objetivo de vida e pela concepção sem o pecado original.
Importância do imaculado coração de Maria
Quando falamos do coração imaculado, falamos da totalidade da pessoa de Maria em plena disponibilidade ao projeto do Pai. Nesse sentido, Maria, pura de todas as manchas, é vista não só como um modelo de fé e santidade, mas também como um apelo à busca da pureza espiritual no sentido da liberdade que é estar totalmente sob os cuidados de Deus; é falar da obediência à palavra (cf. Lc 1,38), pois ela alimenta a nossa fé; é falar de viver a compaixão, simbolizando isso no amor materno pela humanidade; e, finalmente, assim como temos em Maria uma intercessora poderosa também sejamos intercessores por nossos irmãos, como também pelas grandes e urgentes causas da humanidade.
Para indicar a importância da devoção ao imaculado coração de Maria, vale observar sua celebração em diversas datas, diferentes nomes e práticas espirituais e devocionais. Mais do que uma devoção é um convite à reflexão sobre a nossa entrega pessoal a Deus num mundo de tantos apelos à autossuficiência e autorreferencialidade.
De onde nasce a devoção do coração de Maria?
Historicamente, a origem da devoção ao coração de Maria remonta às aparições de Fátima, no século XX, e surge com um sentido reparador, devido à influência do clima da segunda guerra mundial (1939-1945); espiritualmente, a motivação era desagravar os pecados e ofensas da humanidade aos sagrados corações. Com o passar do tempo foram aparecendo diferentes formas de reparação: por meio dos primeiros sábados de cada mês, recitação de rosários, novenas e tríduos etc.
Desagravar os corações ofendidos se tornou um elemento importante da espiritualidade popular das pessoas devotas. Ao mesmo tempo em que se constituía uma espécie de obrigação, a recompensa viria com a promessa de uma vida feliz neste mundo e o Paraíso na eternidade.
Se a devoção de fato é relativamente recente, as suas raízes remontam às origens da própria Igreja, como consta no Evangelho de Lucas: “E Maria conservava todas essas coisas em seu coração” (2,19.51). À medida que a história avança, apareceram os grandes apóstolos marianos, como São Bernardo, Santa Gertrudes, Santa Brígida, São Bernardino de Sena, São João Eudes e Santo Antônio Maria Claret, entre outros.
A partir daí, a literatura religiosa, sobretudo por meio dos escritores marianos, está repleta de referências à “docilidade ao coração de Maria”. A própria oração da Salve-Rainha qualifica Maria como “doce”, doçura que desperta o desejo de ouvir muitas vezes esse nome. A forma muito divulgada, rezada e cantada, inclusive entre os claretianos, são as jaculatórias: “À vossa proteção recorremos, santa Mãe de Deus. Não desprezeis as nossas súplicas em nossas necessidades, mas livrai-nos sempre de todos os perigos, ó Virgem gloriosa e bendita. Amém!”.
Algumas expressões marianas que indicam o grande amor pelo povo à Virgem Maria, e que são muito amadas pela espiritualidade popular e firmadas na história, são: “Quem é esta que surge como a aurora, bela como a Lua, brilhante como o Sol, temível como um exército em ordem de batalha?” (Ct 6,10). É a essa doçura que nos referimos ao constatar que o povo cristão vê no coração de Maria um motivo de louvor, por ser Maria a mais próxima de Deus e, ao mesmo tempo, mais próxima dos mais simples e pequenos. É por essa “doçura” que o povo fiel e pequenino se sente atraído e apaixonado. É o que sugere e oferece o nome de Maria a quem o invoca sob o título do seu coração imaculado.
A devoção no sentir do povo
A devoção ao imaculado coração de Maria atrai pessoas de todas as classes, mas especialmente das mais simples, como forma de expressão de carinho e devoção. Nessa busca há, primeiramente, uma identificação do cristão com a mãe, pois todos se sentem verdadeiramente filhos e, como tais, expressam uma confiança que está na base de toda oração.
Se o objetivo imediato da devoção, normalmente, é a solução de conflitos, a busca da paz, a proteção e o consolo espiritual, o objetivo último é alcançar a salvação eterna. Aí o coração de Maria exerce um papel de mediação, presente no dia a dia das pessoas de todas as classes sociais.
No sentir do povo, quando se conhece uma pessoa próxima de alguém que tem poder, há grande probabilidade de alcançar sucesso ao pedir-lhe favores. Assim acontece também na vida espiritual: Maria, além de ter um coração bondoso, atento, compassivo e acolhedor, também se encontra, mais que todas as criaturas, próxima de Deus, a quem, em última análise, são dirigidos os nossos pedidos. Como nenhuma mãe deixa de atender o filho, a certeza de ser atendido na fé é imensa.
Os desgovernos atraem ao coração
Com frequência, na história, os governantes foram condescendentes com os abastados, mas duros e impiedosos, quando não exploradores e opressores, dos pequenos e desvalidos.
Nesse sentido, a relação entre súdito e senhor, em grande parte da história, tem sido de distanciamento e medo. Essa experiência histórica negativa entre governantes e súditos fez com que o distanciamento fosse projetado para a espiritualidade. Reflexo dessa atitude de autoritarismo e medo, aliada à imagem de um Deus distante e castigador, também foi cultivada na espiritualidade de muitos pregadores, muito embora as Sagradas Escrituras não se cansem de transmitir a imagem de um Deus misericordioso e compassivo que faz aliança com seu povo, um Deus “rico em misericórdia” (Ef 2,4-5), “misericordioso e compassivo” (Sl 103,8).
A misericórdia é uma forma de aproximação ao coração de Maria, pois ela é “Mãe de Misericórdia”, como diz a oração da Salve-Rainha. O povo simples se sente representado quando São Tiago afirma que “o juízo será de misericórdia para quem usou de misericórdia” (2,13), mas o contrário também é verdadeiro: “o juízo será sem misericórdia para os que não usaram de misericórdia” (2,13). Uma crença popular, confirmada pelas Escrituras, diz que mesmo que os opressores não
paguem aqui, vão pagar diante do juízo de Deus, pois dele ninguém escapa e mais, quando o diabo fecha uma janela, Deus, através da Virgem Maria, abre uma porta.
Coração que acolhe os pequeninos
Os pequeninos representam as crianças, mas também aqueles que professam a fé, acolhem o Reino de Deus, com algumas qualidades como a pureza e a dependência de Deus. A frase “Deixai vir a mim os pequeninos” (Mt 19,14) tem um significado profundo, literal e simbolicamente. No Evangelho, Jesus se refere às crianças e a seu lugar especial no coração de Deus, mas também a todos aqueles que se aproximam do Senhor com corações humildes, dependentes e confiantes, como o de uma criança. A máxima valorização vem da expressão “E quem receber uma criança, tal como esta, em meu nome, a mim me recebe” (Mt 18,5).
Assim é que os pequeninos, diante da prepotência dos grandes, possuem ao menos uma mãe. Os seus devotos são acarinhados, compreendidos, recebem afeto e estão sempre ao seu lado; o coração de Maria jamais julga, por pior que seja a miséria humana ou a história pessoal. Filho continua sempre sendo filho, seja na infância ou no avançado da idade, no sucesso ou nos revezes; filho é sempre filho, não muda, especialmente para um coração de mãe. Assim, os pobres e pequeninos sentem-se felizes por possuir uma mãe. Não é sem motivo que a grande maioria dos devotos, romeiros ou caminheiros da fé, são capazes de grandes sacrifícios para estarem perto da mãe, seja como forma de gratidão, reconhecimento ou cumprimento de alguma promessa.
Se falamos do acolhimento materno, podemos também falar de retribuição e reconhecimento como as caminhadas da fé, as romarias aos santuários, envoltas em sacrifícios; o Rosário diário e as “mil ave-marias”, todas formas de devoção, elevada a um alto grau.
Nas décadas passadas, falava-se em Terço diário; hoje já é uma prática corrente o Rosário diário na madrugada, tudo isso tendo como motivação o cultivo da espiritualidade e o sentir a presença materna daquela que acolhe sem julgamento e sem exigências. Para pertencer ao “clube” do coração de Maria não é necessário nenhum título, nem mesmo escolaridade, apenas confiança sem limites. É desse coração da mãe do Céu que o povo sente nascer o louvor que lhe traz tanta paz e alento.
Um louvor rezado e cantado
Outra fonte de inspiração, afeto, carinho e amor ao coração de Maria vem dos cantores e poetas que surgem nos meios populares. As músicas são formas privilegiadas de manifestação do amor ao coração de Maria, pois unem inspiração poética, ritmo, letra e harmonia, além de constituírem uma fórmula perfeita para expressar essa relação do coração da mãe com os seus filhos, recebidos como herança do alto da cruz, durante a paixão do Senhor (cf. Jo 19,26-27).
As músicas marianas estão entre as mais belas e inspiradoras do cancioneiro religioso, pois, além de falarem de Maria, sempre são uma referência a Jesus. Falam do amor materno e incondicional da mãe por todos nós, seus filhos. Podemos elencar nesse rol desde os compositores clássicos, que não cansamos de ouvir, até os populares, pois com suas canções cantamos juntos, já que falam ao coração. Algumas são verdadeiras joias da espiritualidade cristã, outras se constituem em verdadeiras catequeses marianas e da doutrina cristã.
Por falar em catequese, as músicas marianas desempenham um papel muito importante na Igreja porque, além de atribuir louvores à mãe de Jesus, vão marcando a história ao longo dos tempos, por estarem sempre presentes nas celebrações litúrgicas e encontros, especialmente ao fim de grande parte das celebrações, no mês de maio e em datas específicas.
Vale lembrar que os poemas são outra forma de manifestação do carinho e do afeto do povo de Deus para o louvor ao coração de Maria. Não são somente poetas e cantores religiosos que produzem e gravam peças marianas, mas também artistas dos mais diversos gêneros; poetas, cantores populares de renome nacional estão entre os que se inclinam diante das grandezas do coração de Maria.
Louvor que ergue os pequeninos
O louvor erguido pelos pequeninos é o mesmo que os ergue, isto é, que lhes dá força e energia para lutar em meio às mais desafiadoras carências e adversidades da vida. O consolo expresso nos cantos, poemas e artes é o mesmo experimentado ao ouvir a frase de Jesus “deixai vir a mim os pequeninos” (Mt 19,14).
No passado, tanto as crianças como os empobrecidos não eram considerados. Hoje melhorou a condição das crianças, mas a dos pobres está igual, senão pior. Com o advento do cristianismo e a vivência da fé a situação mudou muito, no sentido de defender os pequeninos em todos os sentidos, pois os que vivem a inocência e a pureza de coração colocam sua total confiança em Deus.
Os pequeninos, os que nada têm, os que não se deixam desanimar encontram no coração de Maria a sua força para a luta. Teologicamente, podemos afirmar que Deus se deixa encontrar pelo grito dos pequenos e necessitados que clamam pela intercessão do Imaculado Coração de Maria3.
O louvor encontrado no coração de Maria e que ergue os pequeninos tem como fundamento a certeza de que Deus vai retribuir muito mais do nada que se tem agora nesta vida. Pode-se viver a pobreza de bens aqui neste mundo, mas a certezas da riqueza das graças no alto, e o coração de Maria é caminho para alcançar essa meta. Aí, mais uma vez, o coração de mãe é uma aproximação de Deus, pois nela são superadas todas as dicotomias e exclusões.
Se a imagem de Deus, transmitida pela tradição, é a de Senhor absoluto, Maria, como a criatura mais próxima dele, realiza esse contraponto que, na psicologia do povo, encarna a mulher que tem poder de convencimento e intercede pelos seus filhos, como nas bodas de Caná (cf. Jo 2,1-11).
Expressões do povo de Deus
Numa abordagem simples já foi indicada a profundidade do amor a Maria no coração do povo de Deus. Uma jovem, convertida do judaísmo, disse e mim: “Maria me conquistou!”4a. Outra pessoa raciocinou: “Em Maria, Deus se desmasculiniza. Não que Maria seja uma versão feminina de Deus, longe disso”4b. Para outra, ainda, Maria é modelo de intercessão: é aquela que intercede pelos seus filhos, como na citada expressão das bodas de Caná. Assim como uma mãe faz tudo pelo filho, assim também Maria intercede por seus filhos, pois a mãe conta para o pai o que ele precisa saber: assim crê o povo simples e humilde, que confia mais na ternura da mãe do que na autoridade ou no autoritarismo do pai. Maria é aquela que abranda o coração de Jesus, mesmo sendo ele “manso e humilde de coração” (Mt 11,19). Os evangelhos apócrifos falam que a presença de Maria transmitia cheiro de rosas, perfume divino, como diz o Protoevangelho de Tiago. Maria é um convite à aproximação com Deus.
Os títulos e a ternura do coração de Maria
Maria é considerada a mãe dos mil nomes, indicação da sua importância na devoção popular: Auxiliadora, Senhora do Carmo, Senhora do Rosário, Senhora das Graças, Mãe do Perpétuo Socorro, imaculado coração de Maria, embora este último não seja um título, mas uma característica da personalidade do coração da mãe de Jesus. Enfim, Maria é mãe com uma imensidão de títulos que fazem parte da história e da vida de muitos povos e comunidades. É ela a mãe sempre disposta a interceder e apoiar os seus filhos em suas necessidades.
Do aconchego ao coração da mãe nascem os sentimentos de louvor dos pequeninos, desde os tempos de Jesus, quando esteve ao pé da cruz e ao acompanhar e proteger a difícil situação da frágil Igreja nascente.
O coração de Maria atrai e ergue os pequeninos diante da masculinização de Deus associado ao poder. A relação de intimidade entre mãe e filho faz com que todos se sintam seus filhos: “Filho, eis aí a tua mãe” (Jo 19,26). Pelo sentimento de mãe, ela abriga a todos; pelo poder de intercessão, não deixa ninguém desamparado. Ao longo da história, o coração de Maria sempre foi um sustentáculo para os pequeninos e desamparados!
O consolo dos pobres e pequeninos é que, pelo menos, eles possuem uma mãe que acolhe a todos, que não faz distinção, que consola nas dificuldades e nos momentos de desespero na vida.
Do coração de Maria é que nascem o louvor, a exaltação e o conforto espiritual de quem vê em Maria aquela que está mais próxima de Deus, mas que, ao mesmo tempo, passou pelas mesmas adversidades que todos passam.
Como expressão do louvor dos pequenos, gostaria de concluir com o hino que ela mesma cantou como forma de gratidão ao Deus que fez tantas maravilhas em sua vida, o Magnificat:
“A minha alma glorifica ao Senhor
e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador.
Porque pôs os olhos na humildade da sua serva:
de hoje em diante me chamarão bem-aventurada todas as gerações.
O Todo-Poderoso fez em mim maravilhas:
Santo é o seu nome.
A sua misericórdia se estende de geração em geração
sobre aqueles que o temem.
Manifestou o poder do seu braço
e dispersou os soberbos.
Derrubou os poderosos de seus tronos
e exaltou os humildes.
Aos famintos encheu de bens
e aos ricos despediu de mãos vazias.
Acolheu Israel seu servo,
lembrado da sua misericórdia,
como tinha prometido a nossos pais,
a Abraão e à sua descendência
para sempre.
Glória ao Pai e ao Filho
e ao Espírito Santo.
Como era no princípio, agora e sempre.
Amém”
(Lc 1,39-45).
Conclusão
O coração de Maria é de onde nasce o louvor que ergue os pequeninos. Não é só o lugar de onde procede ou que motiva o louvor, mas é a fonte que ergue e sustenta os pequeninos, como no Magnificat. O cântico de Maria é um espelho para os mais simples, esquecidos e invisíveis da sociedade. Não é só o lugar onde se contempla a perfeição no devotamento a Deus, mas é um convite a também abrir a mente e sobretudo o coração ao plano divino.
Os devotos retribuem as graças e bênçãos recebidas com manifestações de libertação, diante da conversão alcançada, para si mesmos e para outros. A retribuição vem acompanhada de reconhecimento, votos e promessas. Na devoção ao coração imaculado de Maria encontram amor, reparação e consagração. Os pequeninos honram o imaculado coração de Maria pois ele é símbolo do imenso amor de Deus pela humanidade. Nesse sentido, é mediação poderosa, não no sentido de ser deusa, mas como mãe repleta de virtudes e com um grande poder de intercessão, além de ser também um espelho de todas as suas virtudes e perfeições.
As devoções marianas crescerem muito nestes tempos, que são os últimos (cf. 2Tm 3,1); novas formas de devoção, novas canções, preces e orações enriquecem os manuais das comunidades cristãs. Sem dúvida, todas essas novas formas de oração, desde as realizadas nas madrugadas, as caminhadas na fé, as inúmeras comemorações e celebrações são hoje, mais do que em outros tempos, um espaço privilegiado de encontro, uma verdadeira experiência de Deus.
Quando Jesus ressuscitou e subiu aos Céus, doou até a própria mãe e ela passou a ser a mãe de todos os viventes!
REFERÊNCIAS
1. Francisco, Carta encíclica Dilexit Nos sobre o amor humano e divino do coração de Jesus Cristo (Roma 2024).
2. Deixai vir a mim os pequeninos – Interpretação e comentários –teologointernacional.com.br.
3. Mater populi fidelis, Dicastério para a Doutrina da Fé. Nota doutrinal sobre alguns títulos marianos referidos à cooperação de Maria na obra da salvação. Roma, 4 de novembro de 2025.
4. a) Fiel da Paróquia Imaculado Coração de Maria, São Paulo (SP); b) professor da rede pública de Educação,em depoimento pessoal.
5. Músicas marianas para louvar e celebrar a Virgem Maria com fé e emoção: letras.mus.br.